. uma página
16/02/2010 ás 13:21 | Na categoria .sem categoria | Publicar um comentárioÉ um maldito clichê, cada coisa tem sua beleza e para isso é só preciso observar de uma forma diferente e mais sincera.
E sem dúvida, na minha opnião, um caderno de anotações tem uma beleza única para sua mente e é mais belo do que qualquer livro, até se for daquele de contos extraordinários.
Palavras são sinceras e seus erros é como a linha da vida, nunca irão ser realmente apagadas depois de escritas.
É onde tudo começa e onde podermos criar teorias em nossas mentes.
Em um livro as pessoas imaginam a história e o seu enredo, raramente iriamos imaginar uma pessoa comum ou suspeita passando próximo de dois personagens dialogando. Imaginamos o óbvio.
Lendo um caderno imaginamos quem escreveu e criamos uma história para ela e o que ela fez depois de terminado suas palavras, mesmo que a folha seguinte esteja em branco.
É óbvio que foi uma pessoa que escreveu as palavras, mais quando você lê aquele papel com seus danos ou perfeito essa ideia é mais clara, ao contrário do livro, a escrita e os detalhes é uma linha mais grossa para sua imaginação.
Não precisamos observa só a história, podermos ir além, onde encontramos o papel, com quem pegamos o caderno, quem nos mostrou.
Ela escreveu ‘x’ no lugar que era com ‘ch’, ela rabiscou a folha/uma palavra, desenhou algo, um rabisco sem importância ou para cobrir algo comprometedora.
No final, é apenas um papel.
E que tem sua beleza.
Estou com milhares de rascunhos e desenvolvi esse novo rascunho que puxou um lado poético e acredito que isso seja um bom retorno para minha mente e postes não só desse tipo, mais em geral bons.
Para terem ideia, não é muito novo venho originalmente de um caderno meu de anotações que junta meus comentários.
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